sexta-feira, novembro 17, 2006

Jon Lord - Sarabande (1976)













Outra doação do Hazz ripada a 320 kbps.

Jon Lord dispensa apresentações, né? Ok...

Este disco foi gravado na época em que o Deep Purple pendurava as chuteiras pela primeira vez e retoma o gosto de Lord pela fusão entre rock e música clássica, já presente em Concerto For Group And Orchestra e Gemini Suite. O tema aqui são as suites de dança barroca presentes na obra de Bach, ídolo dos fundadores do Deep Purple.

Além da orquestra, Lord conta com o apoio de Peter York na bateria e de Andy Summers na guitarra. Summers, pouco depois, sofreria um grave acidente e passaria mais de dez anos em estado semi-catatônico. Como não conseguia tocar nada que exigisse um mínimo de talento e habilidade, passou esse período no grupo The Police...

1. Fantasia
2. Sarabande
3. Aria
4. Gigue
5. Bouree
6. Pavane
7. Caprice
8. Finale

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12 comentários:

Ternakis disse...

Engraçado seu comentário. Valeu pelo post,muito bom!

Anônimo disse...

que porras é Jon Lord?

Anônimo disse...

Para o anonymous aí: Lord é um dos maiores tecladistas da história do rock. Porras foi goleiro da Costa Rica na Copa do Mundo. E você, que não sabe quem é ele, deveria perder seu tempo em blogs de pagode ou breganejo.

Christiano disse...

Seu comentário do disco foi uma pérola...rsrsrsr principalmente a parte do Andy Summers, triste verdade....rsrsrsrsrsrsrs
Valeu!

Anônimo disse...

Além de ser goleiro da Costa Rica, Porras é primo em segundo grau do goleiro Rojas,que foi banido do futebol,da seleção chilena. E para finalizar,porras é plural de PORRA! Se o anônimo não gostou chamamos a Camorra...e detonamos todas as cachorras,cachofras e alcachofras!
Mas,como tem mané desinformado,hein,Dagda! PQP! Outra lembrança: DRI !!!

Anônimo disse...

PÔ,esqueci de dizer que sou eu,Miguel...

Dagda disse...

Miguel,

Sinto dizer, mas DRI tá completamente fora do escopo do blog. Respeito quem gosta, mas eu mesmo odeio punk rock.

Toni Clark disse...

Grande post do grande Lord. Só não posso concordar com o comentário sobre o Andy Summers. Quem é guitarrista como eu sabe muito bem que Summers revolucionou a forma de tocar guitarra, uma das marcas registradas do The Police, até hoje considerada uma das mais inventivas bandas do rock de todos os tempos. Guitarristas como Petrucci, The Edge, Paul Gilbert, Vai e Morse não escondem sua admiração por ele. Portanto, respeito seu comentário, mas não concordo com ele em absoluto. Valeu pelo post.

Nighthawk disse...

Jon Lord é um dos melhores tecladistas dos gloriosos anos 70, cara. Comparável somente a gente do calibre do venerável Rick Wakeman. Esse trabalho dele não tinha ouvido ainda. Ok, está mais pra "rock sinfônico" mas é um trabalho marcante. Só não concordo contigo com aquela provocaçãozinha (rs) em cima do Andy Summers. O fato é que o sr. - escrotíssimo!!! - Gordon Matthew Sumner, conhecido como Sting, até bem que tentou "apagar" o cara no Police, mas não conseguiu. Aliás, o único que não tocava porra nenhuma no Police era exatamente o filho da puta do Sting, já que o Summers e o Copeland estão entre os melhores de sua geração. O que esses dois faziam na banda era excepcional, velho! É isso aí, cara, e firme no blog, que está/é essencial.

Dagda disse...

Legal despertou debate.

Galera, inegavelmente o Police revolucionou a música. Mas vale lembrar que "revolução", em arte, significa uma mudança radical de paradigmas e valores, não necessariamente uma melhora.

Anônimo disse...

se o Andy Summers fosse ruim, o Robert Fripp não teria gravado dois álbuns com ele...quanto ao Sting, ele era um dos baixistas favoritos do Jaco Pastorius...

Anônimo disse...

hahahahahhahahaha...essa do Summers foi demais. Apesar de ter 22 anos, meu gosto musical, aparentemente, se parece bastante com o seu.
Obrigado pelo blog.